Poesia

 

A Allan Kardec

Que seria de mim sem essa luz
que me protege, ampara e conduz?
Farol de amor e brilho infinito...
A iluminar os trechos mais escuros,
pé no passado, olhos no futuro,
tornando o meu presente mais bonito...

Como seguir sem a razão segura,
mostrando as causas de toda amargura,
provando que o limite é a perfeição?
Matando a morte pela consciência,
na certeza maior da existência
em outro plano, outra dimensão...

Pela forte presença em minha vida
volto no tempo, alma enternecida,
e beijo com respeito sem igual
as mãos de um certo professor francês
que veio ao mundo pra ensinar de vez
O beabá do amor universal!

Fonte: Extraído da obra “A Flor e a Estrela”, de Joana Abranches