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Construindo a Doutrina Espírita PDF Imprimir E-mail
Ter, 01 de Março de 2011 16:52
Por

Almilcar Del Chiaro Filho

Todas as pessoas sabem o quanto é importante a cooperação, a união de propósitos para se alcançar um objetivo. Ao somar-se as energias, as idéias e ideais são alcançados com mais facilidades. Somando, partimos do menos para o mais, e alcançamos os nossos objetivos, enriquecemos nossas experiências.

Se isto é importante na vida comum, na vida profissional, artística ou religiosa, imaginamos o quanto ela é importante no movimento espírita.

Não estamos falando apenas no alinhar as idéias ou unir ideais, mas no construir juntos, caminhar juntos, vencer juntos. Ao caminharmos unidos rendemos muito mais, pois, sozinhos, contamos apenas com as nossas forças. O grupo nos dá um senso maior de responsabilidade, de energias, coragem, compartilhando o rumo da vitória.

Embora uma pessoa possa ser espírita sem participar de nenhum grupo, sem nenhuma ligação com as instituições espíritas, o seu caminhar é mais moroso, e por isso os que abandonam o movimento espírita, para seguir sozinhos, mais cedo ou mais tarde acabam retornando. A grande vantagem do grupo, quando nos harmonizamos com ele, quer sejamos líderes ou liderados, é a possibilidade de aceitar e oferecer ajuda.

Precisamos entender com naturalidade que as lideranças se renovam. Aliás, os bons líderes preparam outros para assumir a liderança quando for necessário.

Aqueles, no grupo, que reunam habilidade e capacidade de combinar conhecimento doutrinário com bondade natural, dinamismo, capacidade de aglutinação, devem ser ajudados a assumir a liderança, ou co-participar das lideranças.

Há uma afirmativa no meio espírita de que não se deve elogiar um companheiro para não provocar a sua queda. Ora! Seria isto verdadeiro? O elogio honesto, sem exageros, que não soe falsamente, não pode prejudicar ninguém. Todos precisamos de reconhecimento, de ser tocados, aprovados, aceitos, incentivados.

Não elogiamos para não despertar vaidades, mas com isto deixamos de incentivar os companheiros, criando uma coexistência árida, seca, sem a troca afetiva que surge do reconhecimento da importância de cada um. Encorajar-nos mutuamente é algo importante. Não devemos perder as oportunidades de incentivar os companheiros.

Outro fator muito importante é a solidariedade. Quando um companheiro se fere, quer seja um ferimento físico representado por acidentes ou enfermidades, fases de dificuldades financeira ou familiar, ou seja, um ferimento moral, como dificuldades vivenciais, perturbações e até obsessões, assim como fase de esfriamento, desânimo, para com a Doutrina Espírita, é preciso que o grupo, ou parte dele, dê todo apoio, assistência, fraternidade, compreensão, até vê-lo recuperado, ou que o companheiro reitere o desejo de permanecer sozinho ou mudar seus rumos.

Quanto às divergências em nosso meio, acreditamos que elas podem e devem existir, mas que nunca falte o respeito, e que nunca se instale o ódio em nosso meio.

O espírita deve ser dinâmico e atualizar-se continuamente. A cristalização das idéias acaba por atrasar o desenvolvimento do Espiritismo, que não é uma idéia pronta, acabada, mesmo sendo inamovível nos seus fundamentos.
Texto retirado do site Panorama Espírita - www.panoramaespirita.com.br
 

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