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A divulgação na atualidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jayme Lobato   
Seg, 31 de Janeiro de 2011 13:46

A pedido de Aurora, responsável pelo setor de divulgação, Jonas, o presidente do centro, reúne a diretoria, com o objetivo de avaliar a divulgação do Espiritismo, por parte da instituição a que servem.

– Meus amigos! Por sugestão da Aurora, convoquei essa reunião para avaliarmos a divulgação do Espiritismo, na nossa casa espírita. Ela exporá sua idéia.

– A meu ver, companheiros, o centro espírita, na atualidade, deve aprimorar seus instrumentos de divulgação da doutrina. E, se possível, criar novas possibilidades de difusão.

Nestor, o vice-presidente, intervém:

– Também penso assim. Tenho observado bons resultados em diversos grupos, mesmo os mais pequenos, que vêm buscando aprimorar seus meios de divulgação.

– Por isso, peço que nos ajudem a encontrar caminhos para execução dessa nossa intenção – fala o presidente.

E Isaura, dirigente do serviço assistencial, comenta:

– Que interessante, Jonas! Dias atrás, tive a idéia de lhe propor uma alteração em nossas reuniões públicas.

– O acaso não existe, Isaura! A idéia está no ar, conforme proposto por Kardec na Revista Espírita de junho de 1866. Fala sua idéia, companheira!

– Que tal concedermos 10 ou 15 minutos, nas reuniões públicas, para que o público possa se manifestar? Algumas pessoas saem do centro com dúvidas, que acho deveriam ser esclarecidas.

– O único obstáculo que vejo, nesse caso, é que nem todo expositor gosta de interagir com o público.

E Nestor observa:

– Acho ótima a idéia da Isaura! Vários centros já a colocam em prática, com muito êxito.

– Jonas! Para evitar qualquer tipo de constrangimento para o expositor, deixaríamos a critério dele a concessão de tempo para manifestação do público.

– Taí a solução, Isaura! Aprovada a medida, Laura, diretora de assuntos doutrinários, se expressa:

– Poderíamos também estudar a possibilidade de abrir espaços, no centro e fora dele, para atividades culturais e artísticas. A atualidade requer esse tipo de evento.

– Boa proposta, Laura! Esses eventos poderão despertar no pessoal o interesse pelo estudo – assevera Jonas, que é acompanhado por Nestor.

– Estaremos, assim, criando oportunidade para o público travar contato com a cultura espírita, mal conduzida, às vezes, pelo excesso de pieguismo em nosso meio.

– As atividades artísticas, com apresentação de peças teatrais e de corais, também colaboram muito na divulgação dos princípios espíritas – acrescenta Laura.

– Sem dúvida, Laura! Porém, de início, atendamos à parte cultural. A título de experiência, poderemos promover, no primeiro semestre do próximo ano, um seminário. Pediríamos aos freqüentadores do centro sugestão para o tema – sugere Jonas.

– Paralelamente, se vocês concordarem, pesquisarei no nosso meio sobre os grupos teatrais e os corais, para programação de atividades artísticas para o próximo ano.

Com o acordo de todos sobre as idéias apresentadas, a reunião prossegue. Isaura propõe:

- Julgo válido, vez por outra, em reunião pública, se examinar uma obra espírita. Isso poderá despertar o interesse pela leitura.

– Ótimo! Seria, também, uma oportunidade de divulgarmos os clássicos do Espiritismo: Léon Denis, Gabriel Delanne e outros mais. Não podemos perder o contato com essa literatura – salienta Aurora.

– Quantas idéias interessantes estão surgindo! É sinal que estamos todos atentos às necessidades do momento e interessados no progresso de nossa casa – mostra Jonas o seu contentamento, com o bom ânimo dos companheiros.

Nestor, um entusiasta do progresso na divulgação do Espiritismo, sugere:

– Num vôo mais alto, que tal se começássemos a pensar na possibilidade de, num futuro próximo, arrendarmos um horário para apresentação de um programa na Rádio Rio de Janeiro?!

– Acho que, desta vez, você voou alto demais, Nestor! Onde, pessoal preparado para construir e conduzir um programa radiofônico?! Onde, os recursos financeiros para tal cometimento?! – pergunta o presidente.

– Para a elaboração do programa, pediríamos ajuda aos companheiros mais experientes. Quanto aos recursos, acredito muito na criatividade do pessoal do centro. Poderíamos até mesmo nos unir com outra casa para elaboração e manutenção do programa – sugere Nestor.

– Ainda que o momento não seja oportuno, nada impede que falemos sobre o assunto – fala Aurora.

– Seria também um modo de ajudarmos a Fundação Cristã- Espírita Cultural Paulo de Tarso! – exclama Isaura.

E Nestor, empolgado com a disposição das companheiras, esclarece:

– Estive num painel realizado no Redenção. Aproveitei a oportunidade para sondar sobre o programa Semeando Idéias, que a instituição mantém, há quase 10 anos, na Rádio Rio de Janeiro.

Curiosa, por interesse no tema, indaga Isaura:

– E o que conseguiu saber, Nestor?!

– Soube que várias pessoas ajudaram na elaboração do projeto inicial. Na atualidade, ainda lutam com dificuldades para a manutenção do programa no ar. E Nestor prossegue:

– No início, alguns sócios da instituição criticaram o uso do dinheiro para um programa de Rádio. Preferiam que fosse utilizado no serviço assistencial. Com o tempo, o retorno que os ouvintes lhes deram, sobre os benefícios produzidos pelo programa, dobrou essa resistência.

Aurora, por oportuno, acrescenta:

– Venho observando que eles promovem vários eventos, com maciça divulgação, para angariar recursos financeiros para ajudar no aluguel do horário.

– No momento, não podemos nos envolver num projeto dessa envergadura - fala Jonas. Contudo, podemos contar com a criatividade do pessoal da casa, para ajudarmos a Fundação.

E Aurora enfatiza: – Uma coisa é certa, meus amigos: a Rádio Rio de Janeiro é muito importante para os espíritas! É um veículo de esclarecimento e consolo.

– Não só para os espíritas, Aurora! Há ouvintes assíduos, que freqüentam outros credos – afirma Laura, ouvinte assídua da emissora da fraternidade.

– Isso mesmo! No Redenção, informaram-me que, constantemente, estão chegando notícias de ouvintes beneficiados pela programação espírita da Rádio – acrescenta Nestor.

– Julgamos realmente necessário que colaboremos nesses projetos de divulgação do Espiritismo através da mídia. Mas, precisamos de recursos financeiros para tanto – pondera Jonas.

E Irene, que cuidava dos eventos para arrecadação de recursos financeiros do centro, quieta até então, resolve se pronunciar:

– Se é em benefício da Rádio Rio de Janeiro, contem comigo! Em prol da Fundação, poderemos realizar um evento semestral, um almoço ou um chá!

– Seria interessante salientarmos que, além de sua importância como instrumento de divulgação do Espiritismo, a Rádio é também valioso veículo para o movimento espírita se mostrar presente junto à sociedade - fala, convicto, Nestor.

E Jonas, finalmente, anima os companheiros:

– Dada a importância da Rádio Rio de Janeiro para o movimento espírita, faço questão de repetir aqui a exortação do nosso querido Millecco, de saudosa lembrança: “Cerremos fileiras em torno da Fundação Cristã-Espírita Cultural Paulo de Tarso e a Emissora da Fraternidade sempre e, cada vez mais, será nossa!”

Logo após, a reunião é encerrada. Cada diretor levava consigo o desejo de buscar idéias que ajudassem a boa divulgação na casa espírita, que escolheram para dar testemunho, do aprendizado da Doutrina Espírita.

Boletim de Julhoo/2006

Última atualização em Qui, 12 de Maio de 2011 15:09
 

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